Solta a tua fera interior e liberta a tua força

Queres saber qual é o segredo para a energia ilimitada? Estás disposta a desafiar as leis morais auto-impostas? Disposta a resgatar a tua fera interior e a dizer “sim” à voz da tua alma? Então fica comigo. Fica contigo.

Há uma parte de ti que tem de ouvir isto

A tua sombra, o teu monstro interno, essa fera interior e indomável responsável por todos esses sentimentos de raiva, de revolta, de repulsa, de urgência, está aí para te salvar! Sim, está aí para te salvar.

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És capaz de olhar de frente para toda essa força que levas dentro e que tens reprimido até agora? Estás feliz? Profundamente feliz? Se morresses agora, morrerias com um profundo sentido de realização, de prazer e de satisfação existencial? Se a tua resposta é “não” é porque há trabalho a ser feito com essa fera que levas dentro de ti. Se a tua resposta é “não” é porque chegou a altura de seres honesta, verdadeira e autêntica contigo.

Estás ferida? Olha para a tua fera interior… Ela necessita de cuidado e nutrição? Diz a verdade. Precisa?

Até onde és capaz de ir para te salvares a ti própria? Atravessa, olha para dentro… O que tens feito a esse monstro interior? A essa fera interior? Ao teu instinto? Aos teus impulsos mais básicos de agressividade?

Fazes aquilo que não te apetece? Quantas vezes te trais a ti própria? E a favor de quê? Quantas vezes fazes aquilo que é politicamente correto? Quantas vezes vais contra o teu instinto mais profundo para encaixares no ideal de perfeição social e até espiritual? Qual o nível de castração no teu interior? De auto-castração?

Não são perguntas fáceis… No entanto, são profundamente libertadoras e alinham-nos completamente. Alinham-nos na nossa responsabilidade perante a vida. E responsabilidade é sinónimo de liberdade.

Que correntes te prendem?

Que muralhas te isolam? Que gritos guardas no teu interior? Sai à rua. Sai e deixa no caixote do lixo mais próximo toda essa bagagem limitadora. Permite-te olhar-te e ver-te.

Quanta culpa guardas sem sentido nenhum? Quanta raiva é precisa expressar e soltar? O que tenta dizer-te esse teu monstro interior? Escuta… Ele tem ou não tem razão? É justo teres de calar a tua voz quando todo o teu corpo vibra com determinada emoção? Mereces ou não mereces espaço para ti? Mereces ou não expressar-te e gritar sobre quão é injusto teres que cumprir regras que nem sequer foste tu a criar? Regras que não te dão saúde, nem satisfação, nem preenchimento. Ah não, não falamos de agredir ninguém… Nem falamos dos outros, dos filhos ou dos pais. Vamos deixar os outros fora disto por enquanto. Isto é um assunto de ti para ti. Sai e vai sozinha, numa tarde para ti, numa manhã ou numa noite. E chama por essa loba interior. Sem nada de desculpas… Ou preferes deixar para o final da vida toda esta reflexão interior?

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A escolha é tua

Ou mergulhas no teu interior com toda a tua força agora que és e estás saudável ou mais tarde será sempre mais difícil. Não ganhas nada em adiar, pois a dor prolonga-se e o sofrimento torna-se mais denso. Ah, e a culpa (ou responsabilidade, para ser mais leve) não é de ninguém para além de ti. Não é o sistema. Não é a família. Não é a prima. Não é a cliente.

A vida traz-te amorosamente experiências para que aprendas, para que cresças, para que aproveites as oportunidades para curar as tuas feridas. Só é necessário que estejas disponível. Verdadeiramente disponível para a vida.

O medo do desconhecido é aterrador, dá pânico, dá insegurança e vai tocar na ferida. Por isso, é tão urgente o resgate da tua fera interior. Olha para toda essa força interna que te habita. Observa esse monstro interior. Que precisa? Que te quer dizer? Consegues aceitar a sua dor, a sua vontade de liberdade, de correr pelos campos, de manifestar a sua natureza em plenitude, de cumprir o seu desígnio divino?

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Temos medo a fera interior e do monstro porque parece que ele faz tudo para nos destruir ou para destruir aquilo que temos. Mas observa melhor… Ele está aí para TE defender. Para defender e lutar pela TUA alma! Está aí para rasgar todas as “mentiras” e levar-te à tua essência.

Dá-lhe o teu amor, abre-te a compreender essa força toda do teu instinto.

Este é um processo de libertação

Partilho contigo excertos do meu diário dos últimos dias, no meio da tempestade, em plena lua cheia e em processo de “rasgar a pele velha” e de uma profunda transformação.

A minha intenção é que a minha partilha te inspire para esse teu casamento interior alquímico. Bela e monstro de ti mesma, em união e expansão. Sim TU, mulher maravilhosa, mereces integração e plenitude na TUA Vida. E sim é possível. Tudo é possível!

Esta Lua Cheia e não só, todos estes dias têm vindo com uma intensidade estonteante. Ontem, num curso, veio-me um surto de agressividade que era o conjunto todo daquelas mulheres que estavam ali, com as suas feras internas totalmente reprimidas e eu, também, reprimida. Numa senhora, durante o momento de iniciação, podia ver como se fosse um tigre numa jaula, tão zangado e tão revoltado com aquela prisão que destruía tudo que se aproximasse… Observei, deixei fluir e senti essa mesma energia a percorrer-me as veias e procurar observá-la, integrá-la. Esse lado animal necessitava de um lado humano compassivo e amoroso, não de um tirano, controlador e opressor. O ser humano não sabe domar o seu lado animal com amor. Em vez disso, agride-o, reprimi-o, julga-o como inferior. O que acontece depois é que esse lado animal não coopera e acontece uma divisão no nosso interior que nos causa loucura, desintegração… Foi tudo tão forte, tão intenso… Ver aquelas mulheres a quererem realizar os seus sonhos de serem terapeutas e a não conseguirem. E como poderiam conseguir se a força da guerreira interior está numa jaula totalmente oprimida? Raramente dizem não, pôr limites é difícil e, dentro delas, existe uma auto-repressão que se traduz em auto-agressão.

Senti claramente isso nelas e só mais tarde é que iria ter tempo de refletir sobre isso em mim. Nada de nada acontece por acaso e eu fazia parte daquele cenário, fazia parte delas. Éramos um círculo. Fiquei mais chocada quando, à tarde, enquanto procurava explicar-lhes que tinham de soltar a fera interior (sem magoar ninguém, mas com elas mesmas – deixar fluir a energia da raiva livremente, permitir que o “tigre” se expressasse), comecei a sentir a boca cheia de sangue. Foi um choque ver-me ao espelho assim! O aparelho dos dentes em fricção contra a gengiva dava aquele resultado. Uma imagem que não esquecerei.

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Estava com raiva. Fechava os olhos e podia matar alguém. Quem tinha tido a ousadia de prender a parte selvagem daquelas mulheres? Já sei, enquanto terapeuta, que sou um canal da energia que está no ambiente. Isso faz parte do meu trabalho. É uma arte suster e reconhecer, sem perder o controlo nem o foco. Só isso permite a transmutação e a transformação. E continuava essa parte selvagem. Quem era, então, o responsável por aquela prisão, por prender aquela minha parte selvagem que agora se contorcia e feria o meu lado humano? Psicose, neurose e todos esses diagnósticos psiquiátricos, eram claro… Uma má gestão entre humano e animal interior. E acordo hoje a pensar que a relação entre animal e humano no nosso interior tem de ser de respeito. Admiração e amor. O animal precisa de carinho e compreensão, não de opressão e repressão. E o humano precisa da garra do animal. Se reprimimos a fera em nós, reprimimos a nossa agressividade natural (que não é sinónimo de agressão). Agressividade é a energia da ação, é a sexualidade, a criatividade. Reprimir a nossa parte selvagem é ficar doente. Desenraizada da terra. Antes de escrever sentia que ía matar alguém… Esta fera estava muito zangada, oprimida. E ontem até um colega me falou do pai dele que tinha estado no Ultramar e que tinha morto pessoas. O trauma da pós-guerra. O ser animal a ser manipulado pelo próprio ser humano para matar outro ser humano. É surreal… Eu compreendo a raiva, a revolta, a dor. Compreendo perfeitamente. Sinto-me mesmo a rasgar em transformação como a música “Somos memórias de lobos que rasgam a pele”, Full Moon Madness, dos Moonspell. Totalmente apropriada para agora! Uauuu vou ouvir a música… Já me sinto melhor. Expressar a fera é integrá-la. Estou alinhada. Estou feliz, estou VIVA!

Sim, tu consegues soltar a tua fera interior

Abre-te ao milagre… Expressa-te. Revolta-te. Zanga-te. Deixa todo esse monstro interior expressar-se tal como é. Olha para ele como um amigo, um aliado, uma força poderosa que está a teu favor. Só está farto de estar na sombra. Precisa de luz, de liberdade.

Permite-te expressar essa fera interior e, de repente, vais notar como ela se alinha com o propósito da tua alma. Ela não está “para tretas”. Essa força instintiva está aí para te ajudar a cumprir o teu propósito, a tua missão de alma. É por isso que ela se zanga tanto quando estás tão longe e tão desviada, tão desalinhada. E, às vezes, até pensas que estás no caminho… E aí vem ela, como uma fera.

Quando dizes “sim” à tua alma, essa força deixa de ser uma ameaça, deixa de estar contra ti e passa para o teu lado. Alma e instinto. Vontade consciente e força inconsciente. Lado a lado. O casamento alquímico. A integração, a individualização.

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Essa força, alinhada com a tua alma, vai abrir todos os caminhos.

Imagina a fera a rasgar bloqueios, a cortar ilusões, a abrir caminho… É o casamento do Yin e do Yang, ambos em união e harmonia a favor de um bem supremo: a TUA maior realização e felicidade. Sim, tu vales a pena. És divina, maravilhosa, um diamante espiritual.

Mulher magnífica: essa força selvagem habita-te, é tua por natureza! Não entregues o teu poder a ninguém, ele é teu. É a fonte da tua eterna saúde, juventude e abundância. É essa força protetora que acompanha as crias. A fera. A fera capaz de lutar contra os obstáculos e eliminá-los. É a fera que te dá a força terrena. Que te dá a força para mudares a tua vida e de a transformares na direção dos teus sonhos.

Mas se não quiseres mudar, não vejas este workshop. Ele vai confrontar-te com aqueles síndromes que te mantêm presa. Inerte. Morta por dentro. Vazia. Mas se quiseres mudar, se quiseres olhar para a verdade de frente, se quiseres fazer algo, faz algo!

Podes desbloquear a tua abundância agora

Se sentires vontade de me escutar um pouco mais, então, este workshop é para ti: nu, cru, real, simples. Não sou sádica nem masoquista. Mas, por todas as pessoas que acompanhei no final da sua vida, enquanto era enfermeira de cuidados paliativos, por todas essas pessoas que queriam ter mais um, dois, três meses, mais cinco dias de vida… Por elas e pela vontade mais profunda de cada alma, venho apelar a essa urgência. Os sonhos são para realizar agora. A nossa saúde depende disso. A nossa felicidade, bem-estar e harmonia. O que queremos ensinar aos nossos descendentes? Vive os teus sonhos… Vive.

“Como Viver uma Vida em Plena Abundância” é um workshop gratuito que preparei com toda a minha alma para pessoas que querem passar da teoria à prática, que querem dar um salto nas suas vidas, um SALTO QUÂNTICO. Para pessoas que querem RESULTADOS visíveis nas suas vidas.

Se queres teres acesso de forma completamente gratuita e livre, aproveita para tirares todos os apontamentos que conseguires e… Surpresa, surpresa. Existe um momento ao longo deste workshop que está preparado para que consigas escutar a tua alma e até acederes à tua fera interior. E se queres levar este trabalho mais a fundo e mais a sério, vem fazer parte do meu próximo grupo “Cura as Tuas Feridas e Desbloqueia a Tua Abundância”.

Frequenta este workshop gratuitamente

O tempo escasseia e as últimas vagas já estão a ser preenchidas. Aproveita e inscreve-te já. Juntas, vamos desbloquear a TUA abundância:

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Para saberes mais informações, contacta-me aqui. Envio-te a minha força e muitas bençãos para o teu caminho!

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